Covid-19

Durante o processo de infeção, as pessoas podem incorrer em imobilização prolongada, com consequências físicas multissistémicas e psicológicas. Tal refletir-se-à em disfunção primordialmente respiratória, mas também cardiovascular, metabólica e neurológica. Do ponto de vista músculo-esquelético, a imobilização prolongada leva a fraqueza muscular, descondicionamento motor, alterações de equilíbrio e comprometimento postural, assim como rigidez articular, dor e limitação funcional, que têm um forte impacto sobre a condição geral. Nas pessoas após condição crítica, a síndrome pós-cuidados intensivos (PICS) refere-se a um compromisso, inaugural ou agravado, da condição física e cognitiva da pessoa. Mesmo nos utentes com severidade da doença não-crítica, as consequências motoras, tais como fadiga, fraqueza muscular e limitação respiratória, comprometem a autonomia funcional e a integração social e familiar.
 
A pandemia COVID-19 coloca, atualmente, uma sobrecarga ímpar sobre os sistemas de saúde, na resposta às pessoas com compromisso agudo e crítico. No entanto, o futuro reserva a estes sistemas e, de forma particular, à sua resposta associada à reabilitação, em que os Fisioterapeutas desempenham um papel essencial e insubstituível, desafios relativamente à morbilidade e condição de saúde pós-infeção. 

Sessão de Fisioterapia ao Domicílio:
1 h | 40 €

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